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Ericeira Surf & Skate reforça parceria com SURFaddict

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A Plataforma Essência, braço social da Ericeira Surf & Skate, tem vindo a desenvolver trabalho com a Associação Portuguesa de Surf Adaptado, a SURFaddict.

No sentido de contribuir para que seja possível todos viverem o sonho, através do surf, a Ericeira Surf & Skate adquiriu duas cadeiras anfíbias para a associação.

Nuno Vitorino, embaixador da Ericeira Surf & Skate e presidente da SURFaddict mostra-se muito feliz com a parceria: “A Ericeira Surf & Skate sempre foi vista pela SURFaddict como uma marca motivadora e com valores positivos para a sociedade, que contribui com a sua responsabilidade social para uma alteração de paradigma do surf. Com a cedência destas duas cadeiras anfíbias, iremos continuar a nossa missão, para que cada pessoa com deficiência que queira surfar possa fazê-lo.”

Artur Fernandes, diretor geral de retalho, afirma que “esta é uma relação duradoura que muito orgulha a Ericeira Surf & Skate. O objetivo é estar sempre ao lado de quem é apaixonado pelo surf, tal como nós. Esperamos que o surf possa chegar a todos, sem qualquer exceção.”

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“Eles dizem que tu caminhas sobre a água!” – Teresa Abraços

mw-860A embaixadora da Plataforma Essência voltou a São Tomé e levou com ela a sua energia e o amor que têm pelo Surf…

O jornal Expresso acompanhou-a.

http://tinyurl.com/jn7ef3s

“Há cerca de seis meses, quando decorria em Peniche a 10ª e penúltima etapa do campeonato mundial de surf, Teresa Abraços, uma das primeiras mulheres a fazer surf em Portugal, falava-nos do quão importante tinha sido para ela continuar a surfar depois de deixar a competição. Do quão importante era para ela partilhar a sua paixão pelo surf. “Há surfistas que só competiram e arrumaram a prancha e outros que só foram freesurfers. Eu gosto de sentir que estou a viver os vários lados do surf, e tudo o que houver para viver no surf, e com o surf, eu vou tentar.”

Além de fazer voluntariado na Associação Portuguesa de Surf Adaptado (SurfAddict), que tem como missão levar pessoas com deficiência à praia e ensiná-las a deslizar nas ondas, proporcionando-lhes um dia e uma experiência diferentes, Teresa, que há 20 anos foi campeã nacional de surf, viaja desde 2009 para locais onde a modalidade é menos, “senão totalmente” desconhecida, apoiadas pela TAP, onde ela trabalha enquanto gestora de rotas.

No passado, Teresa viajou para países como o Senegal, Venezuela, Gana, Moçambique. Também esteve em São Tomé e Príncipe, e é lá que tem voltado todos os anos. Em vésperas de partir para o país (o voo está marcado para a próxima quarta-feira, dia 30), a ex-campeã nacional explica ao Expresso que o principal objetivo da viagem é colaborar na organização do 4º Campeonato Nacional de Surf de São Tomé, como tem vindo a fazer em anos anteriores, contando para isso com o apoio do Grupo Pestana Hotéis e a ajuda de dois outros surfistas portugueses que vivem e trabalham na região de Santana, onde irá decorrer o evento.

Participar no campeonato é uma forma de permitir aos miúdos da comunidade “ficarem a conhecer como funciona a competição de surf e habituarem-se à disciplina”, que lhes pode vir a ser útil no dia-a-dia, explica Teresa. Mas durante o evento o que se pretende, acima de tudo, “é que os miúdos tenham um fim de semana divertido, em que possam surfar e evoluir pela partilha de experiências”. “Nós procuramos juntar surfistas de várias comunidades do país, desde a zona de Porto Alegre, no sul de São Tomé, às zonas mais próximas da capital, como Santana e Ribeira Afonso.”

Teresa acompanha grande parte daqueles miúdos da comunidade de Santana desde o momento em que eles, pela primeira vez, se colocaram em cima de uma prancha. Por isso, sabe como o surf lhes tem permitido “ocupar os tempos livres de uma forma saudável e desenvolver valores que lhes são úteis noutras vertentes da vida”. Além disso, há também a esperança que a modalidade “lhes possam vir a proporcionar um modo de vida sustentável”, alugando as pranchas que ela leva de cá ou dando aulas de surf, sobretudo a turistas.

Apesar de a primeira viagem ter sido em 2009, a verdade é que tudo isto começou antes, muito antes disso. Em 1997, Teresa viajou para a Costa do Marfim e, entre outras experiências e pequenas revelações, percebeu que “o surf pode funcionar como uma linguagem universal”. “As crianças mais pequenas só falavam o dialeto local, o que não impediu de partilharmos sorrisos e expressões de satisfação quando as coloquei a deslizar deitadas na minha prancha ou quando ficaram a observar-me a surfar, em pé na prancha. Foi emocionante vê-las soltar grandes gargalhadas e apontarem para mim com ar de espanto”. Teresa diz que nunca esquecerá a frase de um dos rapazes que, no francês aprendido na escola, lhe explicou o porquê de tanta “euforia” e “admiração” à volta dela nesses primeiros tempos – “Eles dizem que tu caminhas sobre a água!”.

Por Helena Bento

HELENA BENTO

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Ambiente, Social

Plataforma Essência em destaque na Surf Portugal

imagemA Plataforma Essência vem trilhado o seu caminho de forma simples e humilde, procurando ajudar e contribuir com aqueles que trazem valor social e ambiental ao “nosso” mundo.

A Surf Portugal no último número convidou-nos a falar um pouco mais sobre este projecto e quais os principais objectivos futuros. Um excelente texto da jornalista, Susana Santos, ilustrado com algumas imagens dos nossos embaixadores.

Não percam.

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Teresa Abraços, embaixadora da Plataforma Essência, planta a sementa do Surf em São Tomé

Captura de ecrã 2015-05-10, às 14.51.52Para a ex-campeã nacional Teresa Abraços, o surf há muito deixou de ser meramente uma fonte lúdica. Acabada de fechar uma parceria que lhe vai permitir deslocar-se a São Tomé e Príncipe com a regularidade que deseja, a surfista de São João do Estoril quer pôr as raparigas desta pequena ilha do Atlântico a desfrutar dos desportos de ondas.

2009 não foi um ano como outro qualquer na vida de Teresa Abraços. Foi o ano em que viajou pela primeira vez para São Tomé e Príncipe, uma ex-colónia portuguesa localizada a cerca de 300 km da costa Ocidental africana, em pleno Atlântico, mesmo na linha do Equador. Na principal ilha do arquipélago, de dimensões ligeiramente superiores às da ilha da Madeira, Teresa foi surpreendida pela quantidade de crianças locais que foi encontrar na praia de Santana, nos arredores da capital, a fazerem “carreirinhas” nas espumas com os corpos debruçados sobre pequenas tábuas de madeira e pedaços de troncos de árvores. “Imediatamente fez-se um click na minha cabeça”, diz a surfista de São João do Estoril. E se aquelas crianças tivessem acesso a pranchas de verdade, feitas de foam e fibra de vidro? Até onde poderia levá-las a sua curiosidade natural pelo ato de correr ondas?

Não por falta de vontade, a segunda viagem a São Tomé só veio a proporcionar-se anos mais tarde, em março 2014. E mais uma vez Teresa ficou fascinada: “Ao fim de cinco anos já havia comunidades relativamente fortes de surfistas, tanto em Santana, nos arredores de São Tomé (capital), como no sul do país, na região de Porto Alegre, que são justamente as áreas onde há melhores ondas. Alguns dos miúdos que tinha visto a brincar nas ondas com tábuas e troncos tinham agora as suas pranchas, deixadas por alguns viajantes mas sobretudo oferecidas por um grupo de portugueses que vivem e trabalham em São Tomé – o Paulo Pichel, o Miguel Ribeiro e o Pedro Almeida – que têm feito um excelente trabalho de dinamização do surf na ilha, inclusive organizando um campeonato nacional que este ano vai para a sua 3ª edição”, observa a ex-campeã nacional.

“No dia seguinte, quando começámos a treinar os take-offs na areia, ela imediatamente fez o movimento perfeito. Depois confessou-me que tinha estado a treinar no chão de casa com uma tábua de madeira.”

Depois de constatar, com iguais doses de surpresa e satisfação, o quanto o surf tinha evoluído naquela pequena ilha do Atlântico, o desejo de retribuir a hospitalidade e simpatia com que a comunidade local a recebera desde o primeiro momento levou Teresa a focar as suas energias numa nova missão: promover o surf feminino em São Tomé e Príncipe.

Logo que se chega a São Tomé, o visitante constata imediatamente que a população são-tomense é muito jovem (70% desta tem idade inferior a 20 anos). Nos últimos anos têm-se registado desenvolvimentos assinaláveis na educação e na disponibilização de bens essenciais como água potável, saneamento básico e saúde, mas ainda há muito por fazer nestes campos.

Embora São Tomé seja lindíssimo e as pessoas simpáticas e generosas, a vida é dura, já que uma boa parte das famílias vivem de agricultura e pesca de subsistência. E ainda mais para as mulheres. O normal é vermos mulheres e miúdas pequenas a carregarem alguidares com loiça e roupa para lavarem nos rios. Andam vários quilómetros para realizarem tarefas do dia-a-dia. “Quando chego à praia para surfar, geralmente o que vejo são mulheres e miúdas à beira dos riachos a lavar roupa e os miúdos a brincar com tábuas e troncos de madeira ou pranchas de surf velhas. Nunca encontro uma miúda dentro de água, nem sequer a tomar banho.”

Se os rapazes se divertem nas ondas, as raparigas também podem fazê-lo, e é aqui que Teresa acha que pode fazer a diferença – “Só o facto de me verem entrar na água com uma prancha já é um princípio. Vou despertando alguma curiosidade. Não é fácil desviares uma miúda para outras tarefas que não aquelas para as quais parecem estar predestinadas”, analisa.

“Nós, surfistas, somos uns privilegiados! O surf é uma excelente ferramenta de interação com as populações locais. Basta ter vontade e ideias!”

No entanto, Teresa parece ter encontrado a sua aposta segura. Jélsia, a irmã mais nova de Jéjé, o campeão nacional de São Tomé e unanimemente reconhecido como o melhor surfista do país, parece ter ficado irreversivelmente contagiada com a magia do surf, depois de a surfista portuguesa a ter iniciado na modalidade durante a sua última estadia, em abril deste ano. “Fui buscá-la a casa praticamente todos os dias para levá-la à praia. No primeiro dia, ela espontaneamente ergueu-se com os dois pés paralelos virados para o nose da prancha. Expliquei-lhe que os pés tinham de estar afastados, numa posição lateral. No dia seguinte, quando fui buscá-la, já estava de licra vestida à porta de casa, à minha espera, tal era o entusiasmo! Quando chegámos à praia e começámos a treinar o take-off na areia, ela imediatamente fez a posição perfeita. Depois confessou-me que tinha estado a treinar no chão de casa com uma tábua de madeira”, conta.

Em junho, Teresa estará de volta a São Tomé, para ajudar na organização da 3ª edição do campeonato nacional mas também para rever e continuar a acompanhar Jélsia dentro de água. “Já estou em pulgas! Sei que ela continua a treinar. Recomendei ao irmão que a ajudasse mas tenho muitas dúvidas… (risos) Ele quer é ir lá para fora apanhar as suas ondas.” Na bagagem, como prémios para os surfistas que mais se destacarem no campeonato, leva material de surf e peças de roupa gentilmente cedidos pela Surf Soft, Lightning Bolt, Plataforma Essência (Ericeira Surf & Skate) e Surf For Life – Academia Desp. Aquáticos, bem como por alguns dos surfistas portugueses que disputam a Liga MOCHE, de que é exemplo Luís Perloiro e a sua família. “Também num sentido didático, tenho apelado à generosidade da comunidade de surfistas portugueses, já que acho importante que eles percebam que, se hoje em dia se consegue facilmente ter acesso a todo o tipo de material em Portugal, em países como São Tomé e Príncipe não é nada assim”.

A médio/longo prazo, o objetivo é continuar a trabalhar em prol do desenvolvimento do surf são-tomense, com especial enfoque no feminino. Mulher de causas, Teresa Abraços deixou de encontrar nas viagens meramente lúdicas o alimento suficiente para o seu espírito inquieto. “Estas viagens fazem mais sentido se tiverem uma componente de solidariedade, por mais pequena que seja.” Em São Tomé e Príncipe, encontrou um desafio à altura da sua generosidade, e depois de ter firmado uma parceria com o grupo HBD, proprietário de duas unidades hoteleiras de luxo no arquipélago (uma em S.Tomé e outra na ilha do Príncipe), vai poder deslocar-se a este país com a regularidade que os projetos que tem na cabeça vão exigir. “Entendo que, como desportistas, também temos uma missão. Cada um pode e deve dar o seu contributo, seja de que forma for. É nisso que estou focada neste momento da minha vida e é esse o testemunho que quero dar.”

Fonte – http://www.surfportugal.pt/

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TERESA ABRAÇOS E UM REENCONTRO INESPERADO EM SÃO TOMÉ

dfgdfgEm 2009, Teresa Abraços, embaixadora da Plataforma Essência, deslocou-se pela primeira vez à ilha de São Tomé para a primeira de uma série de viagens que viria a organizar nos anos seguintes, no âmbito de um projeto (idealizado pela própria) de doação de material escolar a crianças de países do Terceiro Mundo. Fazendo-se acompanhar, na altura, pelos surfistas Alexandre Ferreira e Aécio Flávio e pelo fotógrafo da casa, Ricardo Bravo, a viagem ficou registada numa reportagem publicada na edição nº 199 da SURFPortugal, sob o título “Para Lá das Ondas”. Recentemente, a surfista da Poça regressou à ex-colónia portuguesa que se esconde sob a linha do Equador, com a supracitada edição da SP na bagagem, na esperança de reencontrar algumas das crianças que, há cinco anos, vira deslizar nas espumas de Santana sobre uns parcos troncos de madeira. E o que encontrou foi muito mais do que podia esperar.

Por Susana M. Santos

«São Tomé marcou-me imenso da primeira vez que lá fui», diz a ex-campeã nacional. «Achei o país lindíssimo, as pessoas super acolhedoras e a segurança extraordinária. Sentes-te mesmo à vontade na rua, seja de dia, seja de noite. As pessoas passam por ti e sorriem, dizem “bom dia”, “boa tarde”. Comecei a conhecer outros países em África mas nunca esqueci São Tomé. Fiquei sempre com a ideia de lá voltar”, sublinha Teresa Abraços.

Depois de entrar em contacto com Paulo Pichel, surfista do Guincho atualmente a viver e a trabalhar em São Tomé, Teresa tomou a decisão de regressar ao arquipélago que divide o mundo, não para uma nova ação de solidariedade, não para voltar a surfar as ondas são-tomenses — embora estas vontades estejam sempre presentes na surfista da Linha, em São Tomé ou em qualquer lugar — mas com o objetivo concreto de ir à procura das crianças que, há cinco anos, vira servirem-se de troncos de madeira para deslizar nas espumas de Santana, uma vila de pescadores localizada nos arredores da capital, tentando replicar os movimentos que a viam fazer nas ondas com a sua prancha de surf.

«Percebi que o Paulo dinamiza o surf em São Tomé, levando pranchas de cá para lá e oferecendo-as aos miúdos, e combinei tudo com ele. Levei a [edição da] SURFPortugal onde saiu a reportagem da viagem a São Tomé de há cinco anos e, no dia em que cheguei, fui passear à vila de Santana, onde tínhamos surfado em 2009 e onde tinha visto uns miúdos a fazer umas carreirinhas com pedaços de madeira. E de repente dei de caras com um rapaz que identifiquei imediatamente, e que por coincidência foi aquele que conhecemos melhor na altura. Mostrei-lhe a revista e ele fartou-se de rir a ver as fotos dos amigos de há cinco anos. Achei engraçado porque ele lembrava-se de tudo; falou-me do Xaninho, do Aécio, do Ricardo… Lembro-me que eles achavam que nós surfávamos imenso!» conta, entre risos.

Percebendo que o jovem, hoje já quase um adulto de 18 anos, se tinha transformado num surfista de corpo e alma, Teresa convidou-o a juntar-se a ela e ao marido, Pedro Quadros, companheiro de todas as viagens, numa sessão matinal marcada para o dia seguinte, ali mesmo em Santana. E a realidade com que, nessa manhã, se deparou excedeu todas as expetativas que pudessem ter sido criadas por aquele inesperado reencontro.

«Há cinco anos, não havia ninguém a surfar ali. Havia uns miúdos a apanhar carreirinhas e a tentar imitar-nos com umas tábuas, que eu até acho que eram os bancos das pirogas. Vimos dois surfistas no Sul mas ambos com um nível muito básico. E agora, passados cinco anos, chego lá e vejo para aí 15 adolescentes dentro de água, com pranchas de surf e uma pica descomunal. Eles estão sempre dentro de água; a água do mar é quente e têm bastantes ondas, mais até do que pensava. Podem não ser ondas com tamanho mas dá perfeitamente para surfar e evoluir. Eles já fazem as manobras todas, os cutbacks, as batidas, os aéreos… Tudo com um estilo meio estranho, por não haver muito contacto com a evolução de outros países, mas a paixão está lá», descreve Teresa, chamando a atenção para o aspeto menos positivo daquilo que já começa a ganhar contornos de uma comunidade de surf são-tomense. «O único senão é que eles não têm regras, ou seja, vem uma onda e vai tudo ao molho. Dropinam-se constantemente e as pranchas batem umas nas outras. Tivemos de explicar que se deve escolher as ondas, que há prioridades e que as pranchas custam dinheiro. (risos) E até foi curioso porque no último dia, quando voltámos a surfar com eles, deu para ver que já estavam a respeitar mais [a prioridade]».

Para não destoar das viagens anteriores, Teresa levou na bagagem “brindes” para oferecer aos jovens locais, desta vez peças de surf wear gentilmente cedidas pela Billabong Portugal e Ericeira Surf & Skate. Chamem-lhe karma instantâneo, chamem-lhe pura sorte, chamem-lhe o que quiserem, a verdade é que durante o resto da estadia o “casal Pica” do surf nacional pôde disfrutar de ondas de qualidade muito acima da média para a época, superando até as expetativas de quem lá vive e surfa regularmente.

«O Paulo e o Miguel, outro português que vive lá, fizeram matinais connosco quase todos os dias. Eles próprios disseram que há muito que não apanhavam ondas assim», observa Teresa. «A minha prioridade não era o surf, até porque a época de surf ali é durante o nosso Verão, e ainda por cima era a época das chuvas. Estava mentalizada para apanhar dias de calor e sempre flat e a chover. Levei a prancha naquele espírito de entrar [no mar] e dar umas remadas, se fosse preciso. Mas felizmente apanhámos ondulação e um glass incrível quase todos os dias. Aquele amanhecer sem vento… Às vezes até tinha dificuldade em distinguir as ondas porque o mar confundia-se com o céu. Foi uma bela surpresa», conclui.

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