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Wave by Wave em destaque na Sic

Reportagem Especial SIC – Capitães da Areia – Quarta-feira, 2 Agosto 2017, no final do Jornal da Noite da SIC, a não perder.

“Acho que aqui nós aprendemos a não desistir de nada, e que somos capazes de enfrentar tudo.” (depoimento de uma participante dos campos de Verão 2017)
No início de Julho de 2017, a Wave by Wave foi acompanhada ao longo de uma semana pela equipa da “Reportagem Especial” da SIC que captou de perto a realidade da nossa medida. Tivemos o privilégio de ter registados alguns momentos centrais da história do nosso projecto, como o dia-a-dia dos nossos campos, a fundação da nossa associação (Associação Portuguesa Surf for Good), depoimentos pessoais de participantes, equipa, parceiros, amigos e representantes de diferentes instituições de acolhimentos, para além de uma visita memorável à 4ª etapa do Campeonato Nacional de Surf na Praia Grande.

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Uma onda de cada vez para transformar as vidas de crianças e jovens em risco

image.aspxO projecto Wave by Wave está em destaque na edição de hoje do Diário de Noticias.

Projeto Wave by Wave já influenciou vidas de muitos jovens, mas quer tornar-se uma presença constante na transformação e crescimento de quem tanto precisa de ajuda. E pretende estender a terapia a outros grupos vulneráveis”

Podes ler tudo aqui e ficar a conhecer um pouco mais deste projecto apoiado pela Plataforma Essência.

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Wave by Wave “surfaram” novamente

IMG_2108O projecto Wave by Wave é uma iniciativa do Vice-Campeão Nacional José Ferreira juntamente com a Pensamento Vivo – Associação Portuguesa de Pedagogia e Saúde Mental.

A Wave by Wave é uma iniciativa pioneira em Portugal, que pretende trazer para o nosso país uma forma inovadora de utilizar o surf ao serviço do bem estar social e a Plataforma Essência, sendo um “veiculo” facilitador de acções concretas, juntou-se ao projecto e ajudou a realização do campo da Páscoa.

“Hoje pela primeira vez conseguimos que todos os membros do nosso grupo se juntassem para lá da rebentação e fora de pé, num círculo de maõs dadas que marcou um ponto de grande viragem na dinâmica da nossa medida. Desafiar estas crianças com uma actividade desta natureza promove a sua capacidade para lidar com o risco. Os jovens redescobrem-se numa estrutura de pertença e segurança onde as relações de referência positivas auxiliam e promovem o sentimento de auto-confiança.” partilha da Ema Shaw Evangelista, uma das fundadoras do Wave by Wave.

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Ericeira Surf & Skate reforça parceria com SURFaddict

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A Plataforma Essência, braço social da Ericeira Surf & Skate, tem vindo a desenvolver trabalho com a Associação Portuguesa de Surf Adaptado, a SURFaddict.

No sentido de contribuir para que seja possível todos viverem o sonho, através do surf, a Ericeira Surf & Skate adquiriu duas cadeiras anfíbias para a associação.

Nuno Vitorino, embaixador da Ericeira Surf & Skate e presidente da SURFaddict mostra-se muito feliz com a parceria: “A Ericeira Surf & Skate sempre foi vista pela SURFaddict como uma marca motivadora e com valores positivos para a sociedade, que contribui com a sua responsabilidade social para uma alteração de paradigma do surf. Com a cedência destas duas cadeiras anfíbias, iremos continuar a nossa missão, para que cada pessoa com deficiência que queira surfar possa fazê-lo.”

Artur Fernandes, diretor geral de retalho, afirma que “esta é uma relação duradoura que muito orgulha a Ericeira Surf & Skate. O objetivo é estar sempre ao lado de quem é apaixonado pelo surf, tal como nós. Esperamos que o surf possa chegar a todos, sem qualquer exceção.”

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Ambiente

Skeleton Sea apresenta Wooden Surfboards Workshop

sks_workshops2016_smallTodos os detalhes contam nas pranchas de madeira ocas, feitas à mão, autenticas peças de arte feitas pelos artistas da Skeleton Sea. Amigas do ambiente, sustentáveis, limpas…

Agora qualquer um pode construir a sua prancha de madeira, feita com madeira FCS Pauwlonia. A Skeleton Sea lançou workshops sobre a construção de pranchas de madeira, mais leves e sustentáveis que as típicas pranchas de polyester.A sensação de surfar com uma prancha de madeira é único e a recompensa de surfar com uma prancha construida pelas proprias mãos é indescritível.

São possiveis de ser contruidas todo o tipo de pranchas, retro style, short, mini simmons, singlefins, twinfins,
fishtail, eggs, mini malibus… É só escolher.

Quem quiser mais informações cliquem aqui.

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“Eles dizem que tu caminhas sobre a água!” – Teresa Abraços

mw-860A embaixadora da Plataforma Essência voltou a São Tomé e levou com ela a sua energia e o amor que têm pelo Surf…

O jornal Expresso acompanhou-a.

http://tinyurl.com/jn7ef3s

“Há cerca de seis meses, quando decorria em Peniche a 10ª e penúltima etapa do campeonato mundial de surf, Teresa Abraços, uma das primeiras mulheres a fazer surf em Portugal, falava-nos do quão importante tinha sido para ela continuar a surfar depois de deixar a competição. Do quão importante era para ela partilhar a sua paixão pelo surf. “Há surfistas que só competiram e arrumaram a prancha e outros que só foram freesurfers. Eu gosto de sentir que estou a viver os vários lados do surf, e tudo o que houver para viver no surf, e com o surf, eu vou tentar.”

Além de fazer voluntariado na Associação Portuguesa de Surf Adaptado (SurfAddict), que tem como missão levar pessoas com deficiência à praia e ensiná-las a deslizar nas ondas, proporcionando-lhes um dia e uma experiência diferentes, Teresa, que há 20 anos foi campeã nacional de surf, viaja desde 2009 para locais onde a modalidade é menos, “senão totalmente” desconhecida, apoiadas pela TAP, onde ela trabalha enquanto gestora de rotas.

No passado, Teresa viajou para países como o Senegal, Venezuela, Gana, Moçambique. Também esteve em São Tomé e Príncipe, e é lá que tem voltado todos os anos. Em vésperas de partir para o país (o voo está marcado para a próxima quarta-feira, dia 30), a ex-campeã nacional explica ao Expresso que o principal objetivo da viagem é colaborar na organização do 4º Campeonato Nacional de Surf de São Tomé, como tem vindo a fazer em anos anteriores, contando para isso com o apoio do Grupo Pestana Hotéis e a ajuda de dois outros surfistas portugueses que vivem e trabalham na região de Santana, onde irá decorrer o evento.

Participar no campeonato é uma forma de permitir aos miúdos da comunidade “ficarem a conhecer como funciona a competição de surf e habituarem-se à disciplina”, que lhes pode vir a ser útil no dia-a-dia, explica Teresa. Mas durante o evento o que se pretende, acima de tudo, “é que os miúdos tenham um fim de semana divertido, em que possam surfar e evoluir pela partilha de experiências”. “Nós procuramos juntar surfistas de várias comunidades do país, desde a zona de Porto Alegre, no sul de São Tomé, às zonas mais próximas da capital, como Santana e Ribeira Afonso.”

Teresa acompanha grande parte daqueles miúdos da comunidade de Santana desde o momento em que eles, pela primeira vez, se colocaram em cima de uma prancha. Por isso, sabe como o surf lhes tem permitido “ocupar os tempos livres de uma forma saudável e desenvolver valores que lhes são úteis noutras vertentes da vida”. Além disso, há também a esperança que a modalidade “lhes possam vir a proporcionar um modo de vida sustentável”, alugando as pranchas que ela leva de cá ou dando aulas de surf, sobretudo a turistas.

Apesar de a primeira viagem ter sido em 2009, a verdade é que tudo isto começou antes, muito antes disso. Em 1997, Teresa viajou para a Costa do Marfim e, entre outras experiências e pequenas revelações, percebeu que “o surf pode funcionar como uma linguagem universal”. “As crianças mais pequenas só falavam o dialeto local, o que não impediu de partilharmos sorrisos e expressões de satisfação quando as coloquei a deslizar deitadas na minha prancha ou quando ficaram a observar-me a surfar, em pé na prancha. Foi emocionante vê-las soltar grandes gargalhadas e apontarem para mim com ar de espanto”. Teresa diz que nunca esquecerá a frase de um dos rapazes que, no francês aprendido na escola, lhe explicou o porquê de tanta “euforia” e “admiração” à volta dela nesses primeiros tempos – “Eles dizem que tu caminhas sobre a água!”.

Por Helena Bento

HELENA BENTO

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